Pudim de Leite com Calda de Mel de Acafrão e flor de Manjericão.

Essa receita, que já fiz aqui em casa – e ficou uma delícia -, quem me ensinou foi a chef Lis Cereja, que comanda o Enoteca Saint Vinsaint em Sampa. Esse charmosissímo bistrô é uma mistura de importadora, wine bar, casa de show – tem noite flamenca, imperdível! -, e restaurante (o menú dá água na boca)! Ah, eles tem a maior carta de vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais do Brasil.
E a receita de pudim que a Lis nos ensina, está na carta de sobremesa do Enoteca!

Vamos a receita:

Pudim de leite

200 ml de leite integral
100 g de açúcar refinado
2 ovos inteiros
2 gemas
1 g de sal
20 ml de extrato de baunilha

Ferver o leite.
Misturar os outros ingredientes e mexer até ficar homogêneo.
Cozinhar até ponto de nappé, sempre mexendo.
Distribuir nas forminhas previamente caramelizadas (derreter um pouco de açúcar no fundo da forminha)

Calda de Açafrão
500 ml de água
300 g de açúcar refinado
100 ml de mel
pistilo de açafrão o quanto necessário
Flor de manjericão.

Preparar uma calda com açúcar e a água. Quando estiver em ponto de fio, adicionar o mel e os pistilos de açafrão. Resfriar, e colocar junto com a flor de manjericão no pudim na hora de servir!

Aconselho a provar essa sobremesa lá na Enoteca, e a aproveitem para conhecer mais um lugar bacana em São Paulo.

ambiente intimista com apenas 10 mesas!


lugar para ir com os amigos ou o love!

O Enoteca Saint Vinsaint:

Rua Professor Atílio Innocenti, 811,
Vila Nova Conceição
http://www.saintvinsaint.com.br

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Restaurante EÑE

Aqui foi onde tudo começou, eu e Sergio nos conhecemos no EÑE em uma noite muito especial – regada a muita comida, vinho e paquera. Tenho um enorme carinho por esse lugar que é nossa “casa” quando estamos no Brasil – além disso, é meu restaurante preferido em São Paulo – não porque é do meu marido, não – a comida é realmente uma delícia, não encontro tapas tão saborosas e sofisticadas em Barcelona como as tapas do EÑE.
Toda vez que vou ao EÑE sou até um pouco “monotemática”, acabo pedindo sempre os mesmos pratos que eu adoro – o melhor de todos pra mim é o fideuá, imbatível.

Fideuá com camarão e pescado
Fideuá com camarão e pescado

Vieira com emulsão de salsinha

Chistorra (linguiça)
Chistorra (linguiça)

Pulpo a gallega (polvo com batata e pimentão)

Servindo direto da panela! Um charme!
servindo o prato da panela! O cheiro de alecrim é o melhor.

Corvina com creme de mandioquinha!

O site do eñe: http://www.enerestaurante.com.br
Em São Paulo o restaurante fica na rua Dr Mario Ferraz, 213, Jardim Europa
No Rio o restaurante está localizado na av Prefeito Mendes de Moraes, 222, São Conrado

Casa ou restaurante?

O Kidoairaku, é um restaurante japonês que fica no bairro da Liberdade e mais parece uma casa que um restaurante.
Na entrada somos recebidos pela mãe do chef, que fica confortavelmente sentada em sua cama e assistindo a tv japonesa. Como assim? Pois bem, eu explico: tem uma cama na entrada do restaurante – não é uma cama estilizada, que tem um conceito por trás da decoração “super mega moderna” – não, é a própria sala da casa dessa “simpática” senhora. Ela na maior naturalidade do mundo, nos sorri, fala alguma coisa em japonês e continua a ver sua novela japonesa na televisão – enquanto sua nora nos conduz a mesa.
Eu queria tirar uma foto dessa senhora para colocar no blog, mas a sua nora falou que ela era brava e não gostava dessas coisas! Achei melhor deixar pra lá.
O restaurante é de comida japonesa caseira, não tem shusi, a comida é bem exótica e atrai o paladar daqueles que gostam de comida diferente e esquisita – como eu, por exemplo.

Ouriço do mar

água viva (que textura mais gostosa, parece chiclete)

Guioza de carne de porco (nunca vi um guioza tão grande)

O restaurante fica na rua: São Joaquim, 394

Férias no meu Brasil

Sei que abandonei meu lindo blog esses dias, mas dessa vez me desliguei do mundo mesmo – aproveitei para ir aos restaurantes que eu mais gosto aqui em Sampa e curtir a família em Trancoso.
Na terra da garôa, fui primeiro ao Mocotó – é com certeza uma orgia gastronômica que não dá para não fazer quando se está em SP.
A primeira vez que fui a Vila Medeiros (onde está o restaurante), fiquei perdida umas 2 horas até encontrar o lugar, mas agora – depois de várias idas – chego lá como se estivesse indo a casa da minha mãe, levo 20 minutinhos para atravessar toda a cidade e comer em um dos melhores restaurantes de São Paulo.
A história do Mocotó começou com o Seu Zé Almeida, que saiu do sertão de Pernambuco aos 25 anos para tentar a sorte na cidade grande – trabalhou em metalúrgica, fábricas, feiras, fundição, etc – começou ralando como tantos outros brasileiros que saem da sua terra natal para prosperar em São Paulo.
Depois de muito trabalho e um pouco de dinheiro, abriu junto com seus 2 irmãos um armazén que vendia produtos do norte – a Casa do Norte Irmãos Almeida. Após alguns anos e três armazéns em diferentes bairros da cidade, os irmãos decidiram se dividir. Seu Zé ficou com a Casa da Vila Medeiros; e começou a oferecer aos seus clientes o seu famoso caldo de mocotó. Sucesso na certa, os negócios começaram a prosperar e ele decidiu abrir um pequeno restaurante em frente ao armazém para atender mais clientes – que vinham só para provar o caldo de mocotó. Nesse mesmo ano (1980), nasceu Rodrigo, filho de Seu Zé e Dona Lourdes (também pernambucana), depois de alguns anos Rodrigo começou ajudar o pai no negócio – lavando pratos, atendendo mesas, servindo no balcão. Mais tarde entrou na faculdade de gastronomia, fez estágio com chefs renomados, viajou todo o nordeste em busca de conhecimentos e novos produtos, e hoje – depois de muito trabalho, dedicação, união e paixão pelo que faz – o Rodrigo e Seu Zé transformaram o Mocotó em referência na gastronomia brasileira. Uma experiência a ser vivida sempre!

a galera na entrada do Mocotó

caipirinha de jabuticaba

dadinho de tapioca ( tapioca com queijo coalho e molho de pimenta agridoce)

cachaças

carne de sol assada

feijão de corda

asinha de pintado


Escondidinho de carne seca