Restaurante: Hoja Santa em Barcelona

Este fim de semana fui finalmente conhecer o restaurante (gastronômico) mexicano Hoja Santa, dos chefs Albert Adrià e Paco Méndez. O restaurante é um dos 5 restaurantes comandados pelos irmãos Adrià no bairro de Sant Antoni, em Barcelona.
O restaurante é super agradável, o ambiente acolhedor, música mexicana boa, mas… a comida sinceramente não achei lá essas coisas. Eles nos fizeram um menu, nem olhamos o cardápio, nos deixamos levar pela sugestão do chef – me arrependi-, porque já no terceiro prato não aguentava mais comer, era muita coisa e nem tudo era bom. Achei que alguns pratos tinham um gosto de ovo, sim, gema de ovo. Talvez meu paladar não seja requintado, ou simplesmente ele é purista demais. Não gosto de comer o que não é, entende? Gosto de comer comida de verdade, não curto muito essa coisa de espuma, de desconstrução da comida, dessas mesclas vanguardistas. Mas, tem gente que gosta, e gosta bastante desse tipo de comida, então vale a pena conhecer o restaurante para você dar sua opinião.
Eu realmente gostei do ambiente, foi um jantar super astral, o serviço é o que eu destacaria de melhor. Da próxima vez vou ao restaurante Niño Viejo, é do mesmo dono, e está ao lado do Hoja Santa. O Niño Viejo, tem o conceito mais informal de uma taqueria mexicana. Acho que lá vou me dar melhor!

 


Relação de amor e ódio com a ostra! Sempre peço, me arrependo, e sempre volto a pedir!

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Margarita!

 

 

Esses são os produtos mexicanos mais usados nos pratos! Ahhh se eles só usassem estes produtos, e não  acrescentassem as espumas, os molhos com gosto de ovo, seria uma delícia!

Esses são os produtos mexicanos mais usados nos pratos: limão, vários tipos de pimenta, feijão, coentro, milho!

Ervilhas, eu amo, mas o molho era com gosto de gema de ovo.

Ervilhas, eu amo, mas o molho era com gosto de gema de ovo.

 

 

 

Os aperitivos

Os aperitivos

Sobremesa: esqueci do que era!!!!

Sobremesa: esqueci do que era!!!!

Para finalizar o famoso "chupito"- nossa saidera. Mezcal

Para finalizar o famoso “chupito”- nossa saidera.
Mezcal

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teresa carles – vegetariano em Barcelona

Dia desses conheci um restaurante vegetariano delicioso no Raval – bairro que fica no centro de Barcelona, conhecido popularmente como bairro chinês. No Raval, convivem, hoje em dia, pessoas vindas de vários países e culturas. Nas suas ruas, podem ser vistos comércios e restaurantes de todas nacionalidades, sobretudo na parte alta do bairro. E é alí entre a rua Pelai e Tallers, que se encontra este agradável restaurante vegetariano, onde se pode desfrutar de uma comida super saudável e saborosa. Os produtos são todos frescos, e a preparação é a mais natural possível. Eu pedi uma salada de queijo de cabra e um ceviche que recomendo porque estava tudo muito gostoso. E olha que comer uma comida vegetariana com sabor, não é muito fácil, hein!

Certeza que voltarei mais vezes e será meu ponto de encontro, já que o restaurante não fecha entre o almoço e jantar – coisa rara aqui na terrinha da famosa “siesta”. A carta nesse horário, é mais reduzida, mas não menos saborosa. O valor está equilibrado com a qualidade dos produtos, o ambiente super aconchegante e acolhedor- crianças são bem-vindas!

Se tiverem a oportunidade de conhecer o restaurante não deixem de ir!

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* teresa carles

Calle  Jovellanos, 2  (Pelai – Tallers)

preço médio por pessoa:  25,00 euros

Barcelona

Restaurante em Amsterdam – Groene Lanteerne

Toda vez que viajamos para algum lugar novo, sempre nos informamos antes quais são os restaurantes mais bacanas, autênticos e que não sejam o típico “restau” de turista. Só que dessa vez a resposta era quase sempre a mesma: – não tem lugar muito bom para comer em Amsterdam, eles não possui muita cultura gastronômica, o holandês não gasta muito com comida… e por aí vai.
Foi quando entrei no blog da Cris Beltrão e vi que ela havia estado em Amsterdam em abril desse ano e fez uma matéria de um bistrô que me chamou a atenção pela vasta carta de vinhos que tinha, pensei: se a comida não for boa, pelo menos beberemos bem.
Chegamos ao local, uma portinha bem pequena, passei por ela 2 vezes antes de entender que alí era o restaurante. Entramos e já fomos super bem recebidos pela querida Yvonne, que cuida do salão e é a “mulher do chef” Roberto – só os dois trabalham no restaurante. Éramos os únicos clientes da noite, a princípio fiquei um pouco com medo de não ter mais ninguém jantando alí, pensei que havía entrado em uma furada, mas logo depois me dei conta de que foi um privilégio ter um jantar romântico no restaurante só para a gente. E tanto o Roberto quanto a Yvonne nos deixaram super a vontade, conversamos bastante com eles, nos divertimos e o melhor de tudo: comemos e bebemos super bem.
A comida é estilo francês, produtos de temporada e com muito sabor.
Provamos primeiro as vieiras salteados com molho de laranja e açafrão – delícia. Depois a lagosta azul com molho Beurre blanc (manteiga, vinho branco e chalota) e espinafre – foi o meu prato preferido. E para terminar comemos um cordeiro com molho de vinho tinto.
A comida estava super saborosa, mas o que mais gostei foram os vinhos. Começamos com um vinho branco alemão: Van Volxem, Goldberg, riesling, 2008. Vinho branco seco, mineral e com um sabor de pêssego. Depois partimos para o vinho tinto: Bellefont – Belcier 1995 – Bordeaux com cor de ameixa intenso, pouco ácido e denso. Sucesso total o vinho tinto!
Minha pontuação geral do restaurante foi 8,5. A do Sergio foi 7,5.
O preço é um pouco alto, mas vale a pena.

O restaurante só para a gente!

O restaurante só para a gente!

Noite mais que especial com o marido.

Noite mais que especial com o marido.

O vinho branco.

O vinho branco.

Lagosta azul

Lagosta azul

Vinho tinto.

Vinho tinto.

Cordeiro.

Cordeiro.

O chef Roberto batendo papo com a gente.

O chef Roberto batendo papo com a gente.

DE GROENE LANTEERNE
http://www.winetrade.nl
Haarlemmerstraat 43
1013 EJ Amsterdam
00 31 (0)20 624.1952

Mercado Santa Catarina

Oi gente!
Estava um pouco sumida, mas estou de volta com uma super receita bacana – pulpo a la gallega!!! Muita gente me pedia receita de polvo (pulpo) porque me diziam que era muito difícil trabalhar com esse “bichinho”, e que sempre ficava parecendo uma borracha quando tentavam fazer qualquer receita com ele. Então pedi para o chef – que tenho em casa – me ensinar a fazer um pulpo a la gallega, um prato bem típico aqui da Espanha.
Mas antes fomos ao tradicional Mercado Santa Catarina, comprar o polvo fresquinho, e mostrar um pouquinho para vocês esse lindo mercado aqui de Barcelona, que não é tão famoso quanto o Mercado da Boqueria, mas que para mim é bem mais charmoso e bonito – e não é lotado de gente.
Aguardem que no próximo post vou ensinar a receita do polvo!

Mercado das Pulgas de Paris

Quase como um aglomerado de brechós, o Marche Aux Puces ou Mercado de Pulgas é o local onde se comercializam artigos antigos, usados ou de fabricação artesanal, geralmente feitos pelo próprio vendedor.
A história do mercado das pulgas começa no final do século XIX, naquela época, o Conselho de Paris decidiu que os ambulantes não podiam mais trabalhar no território da cidade; estes, tiveram que se transladar aos municípios vizinhos, às portas da capital.
Então, o município de Saint-Ouen (onde está o mercado das pulgas) começou a organizar essa grande feira livre: publicou a primeira regulamentação do mercado, pavimentou as ruas principais e construiu novas calçadas.
No início do século XX, vários jornais publicaram histórias sobre o mercado, não demorou muito para o mercado se popularizar e atrair o interesse de colecionadores e visitantes.
Hoje o mercado, ocupa sete hectares, possui 2.500 lojas e está aberto sábados, domingos e segundas-feiras. Atrai mais de 100.000 visitantes por fim de semana, e o mais importante: em 2001 foi declarado “Zona Urbana do Patrimônio Arquitetônico”, ou seja, qualquer transformação imobiliária, terá que respeitar a identidade desse mercado – o maior da Europa.
Eu amei conhecer o Mercado das Pulgas, um lugar pitoresco, onde se encontra bons produtos a preços excelentes; e os comerciantes parecem personagens saídos de obras de teatro do século XIX!
Almoçamos em um restaurante, infelizmente não me lembro do nome (a maiorida dos bistrôs do mercado são parecidos), foi um delicioso almoço de domingo, com direito a muita comida, vinho e crepe de nutela de sobremesa!
Para mim, o melhor dia em Paris!

Mercado das pulgas - que lugar original!

Você pode encontrar marcas como: Gucci, Hermés, Prada, e por aí vai...

Sergio, Leandro e Leyla

Santé!

Santé!

Ostras

Mexilhão com batata-frita, um clássico frânces

Bruscheta de queijo e jamón

filet com salada

Queijos

Detalhe: quase todos os comerciantes tem cachorro! Olha que lindo!

Eu fiz xixi aí - esse era o banheiro do local!

Crepe de nutela

Paris é uma cidade romântica, e por isso dedico essas fotos ao amor!!

Agradecimento ao Leandro - o fotógrafo!

Mercado das Pulgas
Avenue de la Porte de Clignancourt, 18º arrondissement.
Horário: funciona às segundas, sábados e domingos, das 9 às 18h30.
Como chegar: metrô Porte de Clingnancourt (linha 4) e ônibus 56, 60, 85, 95, 137, 166, 255.
Website: http://www.marchesauxpuces.fr/index.php?menu=plan

Bistrô Cinq Mars – Paris

Fomos ao Cinq Mars, por indicaçao de um crítico gastronômico amigo do Sergio, foi um dos melhores restaurantes que visitamos em Paris.
É um bistrô charmoso, bem localizado (está perto do museo d’Orsay), e oferece um menú clássico com um toque moderno: excelente guisados, carnes e saladas; uma boa seleção de vinhos; e um ambiente rústico e acolhedor.
Buscando informação sobre o bistrô na internet, descobri que até a irmã da princesa da Inglaterra, a Pippa Middleton, frequenta o Cinq Mars. Très chic!!!!!

Quero agradecer ao grande fotógrafo Leandro Armani, que fez essas fotos lindas da nossa viagem gastronômica!

Sergio, Leyla, Eu e Leandro

Tentando entender o cardápio - Sergio ajudou bastante!

Foie gras com geléia de ave e ameixa

polvo com vinagrete de limão e coentro

patas de rã com alho e salsinha

Salada com filet de carne

Mexilhao a Marinera

linguiça com purê de batata

costela de cordeiro com abobrinha

abricó com baunilha e coalhada

clos de grives 2004

Cinq Mars (fica pertinho do museo d’Orsay)
51, rue de Verneuil, Paris
7/+33 1 45 44 69 13/
Fechado domingo e segunda-feira.

Macarons Ladurée

Não tem como ir a Paris e não provar os famosos macarons da tradicional pâtisserie Ladurée – fundada em 1862.

Ladurée um clássico em Paris

Essa delícia francesa a base de amêndoas tem quase 500 anos. Na verdade, o macaron saiu da Itália no século 16 quando a rainha Catarina di Médici mudou-se para a França – era chamado de o “Doce da Rainha”.
Mas foi em 1930 que Pierre Desfontaines teve o insight de unir dois desses merengues (“bolachas”) com um creme a base de manteiga, ganache, ou ainda geléia e assim criar os famosos macarons Ladurée – desde então a receita nunca foi alterada.

Macarons

E a cada estação do ano, Ladurée presta homenagem ao macaron, criando um novo sabor.
Cada nova criação é sempre baseada nos outros, trabalhando tanto com cores diferentes quanto o sabor. Segundo Ladurée, a cor é um efeito essencial para a sedução.

vários sabores

Curiosidades:

-Este bolo doce redondo, pequeno, crocante por fora e macio dentro, é feita todas as manhãs no laboratório da Ladurée.

-Para adquirir a crocância desejada, os macarons Ladurée repousam por 48 horas antes de irem para os balcões de venda.

-A pâtisserie foi responsável por fazer todos os doces do filme Maria Antonieta, da Sofia Coppola.

-As lojas Ladurée vendem 20.000 macarons a cada dia

-13 sabores diferentes ao longo do ano, mais seis sabores sazonais (exemplo: caramelo salgado, manjericão, limão, etc)

-Mais de 3.000 clientes passam pela loja a cada dia – as filas são imensas!

Nessa minha passagem por Paris, claro, fui a Ladurée, tomar um delicioso chá da tarde enquanto me deliciava comendo 4 macarons de diferentes sabores!

Chá de baunilha

Café, chocolate, pistache e caramelo

Ladurée Champs Elysées

75, avenue des Champs Elysées – 75008 Paris
Tél : +33 1.40.75.08.75

Essa fila até que estava pequena!

Paris – Le Baratin

Nada melhor do que passar o aniversário em Paris, ao lado do marido, de queridos amigos e comendo em lugares incríveis. Foi assim meu cumpleaños de 34 anos, comemorado esse último final de semana. Tivémos a sorte – e também indicação de amigos – de comer em restaurantes bons e com preços bem agradáveis.
A moda agora em Paris -, e que já está se espalhando pelo mundo – é o conceito de Bistronomic (bistro econômico): alta cozinha a preços baixos, num ambiente urbano, informal mas sério; onde se aprecia a criatividade culinária e de vanguardia.
Muitos chefs de alta cozinha, como: Paul Bocuse, Alain Ducasse, Alain Senderens, entre outros, aderiram a esse movimento de oferecer boa comida a preços mais democráticos.
Nosso primeiro jantar, depois de subirmos a Torre Eiffel – que vista mais linda! – foi o bistrô Le Baratin. Está localizado um pouco longe do centro de Paris, não faz parte do circuito da moda – por isso mesmo eu adoro – , os únicos turistas éramos nós.

A Torre Eiffel e Eu

A vista lá de cima

Le Baratin

O cardápio

O balcão

Adorei essas jarras de água

Leandro, Eu e Sergi

Leylinha e Leandro

Santé!

Alcachofra com foie gras

Sopa de pescado

Tartar de corvina

Eu não sou muito de carne, mas essa bochecha de boi com verduras, estava dos Deuses!

pularda pochada – traduçao: ave selvagem com verduras cozidas dentro de um caldo.

Torta gelada de chocolate meio amargo
Detalhe da cozinha: só cabe a chef!

Vale muito conhecer esse encantador bistrô parisiense, os pratos são deliciosos, o ambiente um charme e o preço super justo…justíssimo!

Le Baratin
3 Rue Jouye Rouve
75020 Paris, Francia
01 43 49 39 70

Férias no meu Brasil

Sei que abandonei meu lindo blog esses dias, mas dessa vez me desliguei do mundo mesmo – aproveitei para ir aos restaurantes que eu mais gosto aqui em Sampa e curtir a família em Trancoso.
Na terra da garôa, fui primeiro ao Mocotó – é com certeza uma orgia gastronômica que não dá para não fazer quando se está em SP.
A primeira vez que fui a Vila Medeiros (onde está o restaurante), fiquei perdida umas 2 horas até encontrar o lugar, mas agora – depois de várias idas – chego lá como se estivesse indo a casa da minha mãe, levo 20 minutinhos para atravessar toda a cidade e comer em um dos melhores restaurantes de São Paulo.
A história do Mocotó começou com o Seu Zé Almeida, que saiu do sertão de Pernambuco aos 25 anos para tentar a sorte na cidade grande – trabalhou em metalúrgica, fábricas, feiras, fundição, etc – começou ralando como tantos outros brasileiros que saem da sua terra natal para prosperar em São Paulo.
Depois de muito trabalho e um pouco de dinheiro, abriu junto com seus 2 irmãos um armazén que vendia produtos do norte – a Casa do Norte Irmãos Almeida. Após alguns anos e três armazéns em diferentes bairros da cidade, os irmãos decidiram se dividir. Seu Zé ficou com a Casa da Vila Medeiros; e começou a oferecer aos seus clientes o seu famoso caldo de mocotó. Sucesso na certa, os negócios começaram a prosperar e ele decidiu abrir um pequeno restaurante em frente ao armazém para atender mais clientes – que vinham só para provar o caldo de mocotó. Nesse mesmo ano (1980), nasceu Rodrigo, filho de Seu Zé e Dona Lourdes (também pernambucana), depois de alguns anos Rodrigo começou ajudar o pai no negócio – lavando pratos, atendendo mesas, servindo no balcão. Mais tarde entrou na faculdade de gastronomia, fez estágio com chefs renomados, viajou todo o nordeste em busca de conhecimentos e novos produtos, e hoje – depois de muito trabalho, dedicação, união e paixão pelo que faz – o Rodrigo e Seu Zé transformaram o Mocotó em referência na gastronomia brasileira. Uma experiência a ser vivida sempre!

a galera na entrada do Mocotó

caipirinha de jabuticaba

dadinho de tapioca ( tapioca com queijo coalho e molho de pimenta agridoce)

cachaças

carne de sol assada

feijão de corda

asinha de pintado


Escondidinho de carne seca

Tapas

Eu adoro a cultura das tapas – é bem espanhola – e tomei gosto pelo ritual de sentar na barra de um bar e pedir todos os tipos de tapas, sempre acompanhadas por uma caña (chopp) bem gelada. Mas bar de tapas (bom mesmo), eu não conheço muitos aqui em Barcelona, provei bons bares de tapas em outros lugares da Espanha, como Andaluzia e País Vasco.
Mas estes dias fui a um bar de tapas, o Cañete, aqui no Raval – que é um bairro que fica do lado direito da Ramblas – olhando em direção ao mar. É um bairro marginal, com muitos imigrantes, mas também é um bairro artístico, um dos melhores museus de arte contemporânea da Espanha – o MACBA – está situado do coração do Raval. Não é um lugar bonito, mas é underground, é interessante, me lembra o centro da cidade de São Paulo – a praça Roosevelt, por exemplo. Vale a pena conhecer as duas coisas: o bar e o bairro.
O bar é uma graça – adorei – dentro tem uma barra enorme, também tem mesas e a atmosfera é bem cigana, imersa em uma música tipicamente andaluz. Eles oferecem até 70 tipos variados de tapas, as porções e preços acessíveis e, o serviço é super agradável!

a barra

mais uma vez: a barra

Salada russa

pao com tomate nao pode faltar

berberechos ao vapor

eu e ele

Raval